A Cultura Popular Portuguesa (CPP) é como os pastéis de Belém, nunca falha, tem sempre piada, é um marco da nossa personalidade única e é para ser sempre consumida em doses elevadas de cada vez. A primeira referência de CPP que tiveste acesso foi uma concertina de brincar, ao que se seguiram os tão amados vinis do “20 anos” do José Cid e do “Que bela a vida” do Roberto Leal. Vieram depois uma série de outras (vinis, louça Bordalo Pinheiro, etc), sendo a última a que coloco já abaixo, de um memorável boneco das Caldas. Da música, ao artesanato, aos veículos, roupas, material escolar, sabão, entre outros, há todo um sem fim de CPP que deves procurar ter e, se possível, levar contigo para onde quer que vás para o estrangeiro, mais não seja para mostrares que Portugal é mais do que (o fabuloso) Ronaldo e “batatas com bacalhau”.
