0

210. Larga as “chuchas” da vida

As “chuchas” da vida são como a mamã, estão sempre lá para te “aparar os golpes”, fazendo mais mal que bem em algumas circunstâncias (não posso dizer muitas que a tua mãe lê estes conselhos). Exemplos concretos de “chuchas”: as fraldas que te deixam até à data andar “aliviado” mas libertam cheiros nefastos; a chucha propriamente dita, o teu grande vício do momento (mas até te dava 20 em troca de largares as fraldas), questiona-te, que sentido faz puxares com a boca por algo que não liberta nada?; os refrigerantes ou os doces, sabem tão bem mas fazem tão mal (sobretudo a partir dos 30, que digam os quilos a mais do teu pai); o álcool, sem comentários; o sacana do mappling e zapping, inimigos das atividades físicas e outdoor; a cama, com a vontade que já se te assoma de não sair dela; enfim, todas aquelas ações ou coisas que sabem bem mas acrescentam pouco à tua vida. Mas esperança, que também há “chuchas” boas, como os amigos, a praia, as mulheres e claro, a mais importante de todas, o papá, o sábio dos sábios que só te ensina coisas inteligentes e úteis como as marcas dos carros.

Foto by Hello Twiggs

(Boa “chucha” o teu cota, não?)

0

205. Não confies na mudança dos outros

A capacidade de mudança do ser humano é tão díficil como um benfiquista virar sportinguista e vice-versa. Esperares que os outros mudem de hábitos que têm há muito anos de um dia para o outro é saudável mas é melhor jogares pelo seguro sempre que te seja possível. Tu próprio vais ganhar hábitos muito complicados de perder mas faz parte da vida procurar em permanência seres melhor, por ti e pelos outros. Para já, faz lá o esforço de deixar as fraldas, please.