As “chuchas” da vida são como a mamã, estão sempre lá para te “aparar os golpes”, fazendo mais mal que bem em algumas circunstâncias (não posso dizer muitas que a tua mãe lê estes conselhos). Exemplos concretos de “chuchas”: as fraldas que te deixam até à data andar “aliviado” mas libertam cheiros nefastos; a chucha propriamente dita, o teu grande vício do momento (mas até te dava 20 em troca de largares as fraldas), questiona-te, que sentido faz puxares com a boca por algo que não liberta nada?; os refrigerantes ou os doces, sabem tão bem mas fazem tão mal (sobretudo a partir dos 30, que digam os quilos a mais do teu pai); o álcool, sem comentários; o sacana do mappling e zapping, inimigos das atividades físicas e outdoor; a cama, com a vontade que já se te assoma de não sair dela; enfim, todas aquelas ações ou coisas que sabem bem mas acrescentam pouco à tua vida. Mas esperança, que também há “chuchas” boas, como os amigos, a praia, as mulheres e claro, a mais importante de todas, o papá, o sábio dos sábios que só te ensina coisas inteligentes e úteis como as marcas dos carros.
(Boa “chucha” o teu cota, não?)
