A exigência é como a educação, os níveis para contigo próprio devem ser sempre os mais elevados. Compreenderes as tuas limitações assim como as dos outros é crítico para não viveres com frustrações permanentes. Mais, há coisas que tu como os outros nunca serão bons a fazer por muito esforço que façam. Há anos que defendo que ninguém é burro, tendo cada um de nós mais inteligência para umas coisas do que para outras. No entanto, isto não quer dizer que não tentes chegar o mais longe possível nas coisas que gostes, pelo contrário, a maior exigência deve ser contigo próprio colocando novos desafios. Não exijas é dos outros aquilo que não conseguem ou conseguirão dar.
PS: este é um conselho extremamente difícil de seguir porque vives numa sociedade de expectativa, para contigo e para com os outros. Coisas como esperar que os outros façam pisca na estrada, andem na fila mais à direita na estrada, cheguem a horas a um encontro, apanhem as meias do chão, entre um sem número de pequenos “nadas” vão-te deixar muitas vezes chateado. Confesso-te que a limitação de espalhares plasticina por tudo o que é chão, sofá, tapete, sapatos e afins neste momento me anda a deixar algo frustrado face à expetativa de a teres toda junta na tua mesa de brincadeiras