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66. Acredita no Inferno (ele existe!)

Podes não acreditar em religião nenhuma mas acredita pelo menos que o bem que fizeres vais receber de volta (nem que demore 70 anos) e o mal também (costuma chegar mais rápido). Chamam-lhe karma mas o teu pai chama-lhe a filha da…mãe da vida! Neste sentido, tenho-te a dizer que o inferno existe mas regra geral é passageiro na tua vida (são momentos mais ou menos longos), pelo que dedica-te a fazer o bem aos outros, mais do que a fazer ou a pensar mal, que o karma é f…lixado!

(Não podia escolher outra música que não esta, a segunda que ouvi a falar do inferno; A primeira foi esta)
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27. Acredita em algo superior

Acredita que há uma força maior que interfere com um conjunto de eventos na tua vida e não é mesmo o dinheiro (ajuda mas não mudará muitos eventos na tua vida). O teu pai começou a acreditar em Deus na igreja protestante, passou a acreditar em algo superior não ligado a nenhuma religião, conheceu a tua mãe que era e é muito esotérica e acredita na energia que nos rodeia e regressou a Deus na igreja católica. No fim do dia, continuo a acreditar sobretudo numa força maior que tanto ligo a Deus (católico/ protestante) como à energia no mundo. Já me safou de morrer umas quantas vezes, inexplicavelmente, como te poderei contar quando o quiseres ouvir.


(A tua avó materna pode-te cantar dezenas de hinos de cor mas deixo-te uma das músicas da minha infância que mais gostava de ouvir relacionada com essa força superior)
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20. Não te queixes da capacidade do teu MP3/ Telemóvel

Quando achares que o teu MP3 ou telemóvel tem pouca capacidade para juntar todas as músicas que gostas, lembra-te que o teu pai e os teu tios cresceram a ouvir música em cassetes analógicas que tinham uma média de 10 músicas e 60 minutos de capacidade, sendo que depois de 30 minutos tinhas que virar a cassete ao contrário para ouvir os outros 30 minutos. Regra geral, ou eram gravadas da rádio ou compradas na feira e, quando as querias ouvir de forma portátil, precisavas de um aparelho três vezes maior e mais pesado que o teu MP3/ telemóvel e pilhas, que nem sempre a tua avó podia comprar (regarregáveis na altura eram um mito).

(Cassete que o teu pai mais ouviu na vida)