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65. Pára para pensar com frequência

Vou-te confessar um grande problema que a sociedade actual em que nasceste tem – a maioria das pessoas tem medo de parar para pensar nas suas vidas! Arranjam-se 30 mil coisas para ocupar o dia e assim não pensar o que realmente se quer fazer para a frente. É quase indiferente a idade, género, formação, ou qualquer outro factor, poucos tiram 10 minutos do seu dia para pensar nos próximos 50 anos que lhe faltam. Neste sentido, em silêncio, em debate com a família, com os amigos, a namorada, o cão, a almofada, o canário de plástico do chinês, o teu desperdício no WC, o que seja, pára para pensar com frequência. Mais, pensa diferente!

(Slogan fabuloso de uma marca que ensinou uma coisa ou duas a este mundo – “Think Different”; infelizmente não foi o teu pai que inventou, slogan e esta marca)



PS: No entanto, e muito importante, pensa mas não penses em demasia, pois se pensares demais acabas por não fazer nada com medo das consequências.

(Um dos homens que o teu pai e os teus tios Casaca e Rente têm grande admiração como te explicarei num conselho posterior)


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61. Arruma as coisas sempre no mesmo sítio

Digo-te isto não por ser um pouco (muito) obssessivo-compulsivo com o lugar das coisas mas sobretudo porque arrumando as coisas sempre no mesmo sítio mais facilmente vais encontrá-las. Mais, falo de coisas físicas mas também emocionais, isto é e retornando a um conselho que já te dei das famílias (conselho 26), o espaço que a família, amigos e afins ocupam na tua vida não deve diminuir perante outras coisas. Ser arrumadinho pode não parecer cool mas salva-te de muitos stresses e muitos ralhetes do teu pai (e mais tarde da tua namorada/ mulher e do teu patrão).

 (O teu pai quando era miúdo e ia ás compras com a mãe passava o tempo todo a arrumar as prateleiras para deixar tudo direitinho)
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26. Respeita a família

Vais ter pelo menos três famílias: a de sangue, a dos amigos e a do trabalho. A primeira deve ser a mais importante, pois é a que te criou até chegares às outras duas e está lá sempre para ti. A dos amigos é aquela que tens alimentar com frequência dando e recebendo tanto como com a de sangue. A do trabalho, regra geral é aquela que mais vai mudando ao longo do tempo, felizmente muita dela vai passando para a família dos amigos e pode passar também para a de sangue, apesar de eu ser daqueles velhos carrancas que defende o provérbio “casa onde se ganha o pão, não se come a carne”. Estima-a de igual forma e respeita todas a igual nível. Nunca caias no erro é de sobrevalorizar uma sobre as outras, pois o segredo na vida está nos equilíbrios (mas claro que o teu pai e a tua mãe têm sempre prioridade).

(O primeiro grande filme que o teu pai viu sobre a importância da Família)