Os sonhos são como a chuva, são temporários e podem fazer um bem ou mal danado. Os sonhos que falo aqui são mesmo aqueles que tens quando estás a dormir, os outros são objetivos na vida. Vais ter vários tipos de sonhos que se dividem em duas categorias ciêntificas segundo o meu estudo analítico de milhares sonhos, os positivos (sonhos) e os negativos (pesadelos). Dentro de cada categoria vais descobrir subcategorias. Nos positivos, há os de projeção que mostram coisas que queres ser e fazer, os quais tens que apontar mesmo ao detalhe. Há os de bem estar rocambolescos, em que és um super herói ou um grande lutador. Há depois uns em que acordas “molhado” (esses explico-te mais tarde ou deixo-te descobrir sozinho). Nos negativos, para mim não há categorias, são todos aqueles que te deixam aflito, stressado, cansado, preocupado, suado, revoltado, agoniado, e tudo acabado em -ado. Há ainda um sonho que está no meio termo entre o sonho e o pesadelo que é aquele em que sonhas que estás bem, a aliviar a bexiga, e acordas e estás todo mijado. Estes não precisas de apontar.
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146. Não destruas os sonhos dos outros
Os sonhos são como a gasolina, por vezes custam-nos imenso mas dão-nos um gozo tremendo. Quem és tu para dizeres a alguém que o sonho que tem é impossível? Por muita experiência que tenhas de vida ou na área que a pessoa tem o seu sonho, deves apoiá-la. Os sonhos permitem-te ter ambições e definir metas, que no fundo são os elementos que guiam a tua vida. Em relação a ti e em relação aos outros, como se diz na empresa do pai, deves trocar o “Why pelo Why not?”. Tens uma amiga com obesidade mórbida que quer ser igual a uma modelo, vai fazer desporto com ela, acompanha-a nas refeições, nas consultas médicas. O teu filho quer ser futebolista, está na primeira fila de cada treino a apoiá-lo. O teu amigo quer ser o melhor na área dele, ajuda-o como puderes. Nas pequenas e nas grandes coisas, podes fazer a diferença nos sonhos dos outros mas nunca a destruí-los.