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140. Não mintas ao teu médico

Os médicos são como os polícias da Brigada de Trânsito, tu até lhes podes dizer que não fizeste nada de mal mas as informações estão lá para provar o contrário. O teu corpo e a tua mente têm que andar equilibrados e para tal, à semelhança de um carro, precisam de revisão e ajustes de vez em quando. Por muito embaraçoso que seja o problema, deves contá-lo ao teu médico para o resolver. Ele está farto de ver pilinhas (e problemas com estas), todas as outras partes do teu corpo e mesmo de ouvir todo o tipo de pensamentos obscuros. Se no mecânico contas tudo o que se passa com o teu carro, com o teu corpo que é 100 vezes mais importante (ok, no caso do teu pai duas ou três) porque não havias de contar? 

(Às vezes a solução pode ser um “mau remédio”)
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96. Tem o armário dos medicamentos sempre atestado

Ainda acredito que para uma boa parte das nossas doenças, o remédio certo é o…tempo. No entanto, areias nos rins e um tremenda dor de garganta hoje, entre outras mazelas, há muito que me fizeram acreditar na medicina tradicional. Nesse sentido, nada como teres sempre o armário atestado de medicamentos básicos como ben-u-ron, aspirina c, sargenor 5 e, lá para os 102 anos, um comprimido azul que veio ajudar muitas casas de família. 


PS: quando a medicina tradicional não tiver remédio, experimenta a medicina alternativa que te sugeri no conselho anterior (dentro dos limites do razoável, que há por aí muita coisa estranha). O teu pai acaba de beber um chá de limão, gengibre e alho para a garganta e de facto melhorei, pois só consigo pensar no mau hálito e no estômago revolto.  


(O tipo de medicina que te desaconselho)